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Apesar
do quadro desalentador onde a pessoa muitas vezes é
considerada desorganizada, agitada, maníaca,
imprevisível, irresponsável, desnorteada,
lunática... quanto mais cedo for diagnosticada
e tratado mais facilmente aprenderá a conviver
com o TDAH de maneira mais positiva e menores serão
os problemas com a auto-estima e auto-confiança,
normalmente tão comprometidas.
O adulto deve procurar a ajuda de profissionais especializados
na área para diagnóstico e tratamento,
quando seu jeito de pensar, de sentir, comportar-se,
causam-lhe prejuízos na área profissional,
social, afetiva e/ou consigo mesmo.
As crianças e adolescentes devem ser encaminhados
pelos pais e ou professores quando há dificuldade
no aprendizado, no relacionamento interpessoal (em casa,
com professores, com amigos), ou quando surgem outros
problemas que podem ser decorrentes do TDAH tais como,
baixa auto-estima, irritabilidade excessiva, obesidade,
comportamento compulsivo, etc.
Infelizmente, ainda há muitos diagnósticos
errados nessa área em função do
desconhecimento do transtorno por muitos profissionais
da saúde que acabam tratando apenas das conseqüências,
das comorbidades, desconhecendo a origem dos problemas.
O diagnóstico não se baseia apenas na
presença dos sintomas mas em sua gravidade, intensidade,
duração e em quanto interferem na vida
cotidiana da pessoa.
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